O carro serpenteava a serra. Lá embaixo, as luzes de Cubatão piscavam na neblina cinzenta da noite.
O perfume do pernil assado ainda pairava no ar da sala de jantar da Dona Neide, na Vila Mariana.
O óleo não fez barulho ao se espalhar. Apenas transformou o lado esquerdo do meu corpo numa lâmina em brasa.
Adriana saiu da van já no escuro. A estrada de terra que cortava o bairro até a casa da mãe não tinha
Durante vinte anos, o ritual se repetiu. Faça chuva ou faça sol, com o dinheiro da feira contado ou com